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por Claudio Julio Tognolli
Gravadoras e estúdios de cinema não podem pedir para empresas de telefonia e internet os nomes e endereços de pessoas investigadas sob suspeita de violação de direito autoral. No entanto, a União Européia pode criar leis que obriguem as companhias a quebrar o sigilo de seus clientes em casos semelhantes. Atualmente, não existem normas que obriguem as empresas a tanto.
O entendimento é da Corte Européia de Justiça, que é a suprema Corte da União Européia. A sede fica em Bruxelas, na Bélgica. A decisão da mais alta corte da Europa serviu para dar vitória à empresa espanhola Telefônica, que se negou a fornecer dados que poderiam identificar um cliente.
Ele foi acusado de baixar, da rede de músicas online Kazaa, material de propriedade da empresa espanhola Promusicae, que é uma companhia sem fins lucrativos, mantida por produtores de cinema e músicos.
A decisão foi comemorada pela filial européia da Motion Picture Association, que representa estúdios norte-americanos como Universal, Walt Disney e Paramount. Para a Motion Picture Association, “o respeito ao direito autoral é tão fundamental quando o direito à privacidade”. Segundo a Motion Picture Association, a pirataria de indústria de cinema nos EUA fez os estúdios perderem, somente no ano de 2005, US$ 6,1 bilhões.
Revista Consultor Jurídico, 30 de janeiro de 2008
Ou minha inteligencia nao anda lah estas coisas ou ha algo incorreto na informação "A decisão foi comemorada pela filial européia da Motion Picture Association, que representa estúdios norte-americanos como Universal, Walt Disney e Paramount."...afinal eles estão sendo prejudicados...entao nao tem nada a comemorar e sim a condenar....pois estao ficando no prejuizo...sinceramente...nao entendi...
